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Medicina preventiva: aliada no combate a doenças hereditárias

Mais do que tratar um doente, o médico especialista em medicina preventiva tem como meta manter a saúde do paciente e evitar o desenvolvimento de doenças. Sua atuação ocorre em todos os níveis da prevenção. Isso envolve não só prevenir o surgimento de doenças em pessoas saudáveis, como também retardar o desenvolvimento de enfermidades já instaladas e minimizar suas complicações. O trabalho realizado pela Medicina Preventiva se reflete nas condições da saúde em geral do paciente, diminuindo gastos com medicamentos, aumentando a produtividade, diminuindo o absenteísmo e na melhora do convívio familiar.

As doenças hereditárias, aquelas que são heranças genéticas, transmitidas de pai para filho, podem ser prevenidas com auxílio da Medicina Preventiva. Entre as principais doenças de pré-disposição genética, encontra-se o diabetes. Conforme destaca a Dra. Patricya Tavares, da Clínica Longevitá, hoje no Brasil há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população. “Em alguns casos o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Essa doença pode trazer grandes consequências como amputações, cegueira, insuficiência renal além de outros”, completa a clínica médica.

Para a médica, através da Medicina Preventiva e do monitoramento e direcionamento do paciente, é possível evitar o aparecimento do Diabetes tipo 2 (de herança genética). “Caso já exista o diagnóstico, a especialidade evita consequências danosas à qualidade de vida do paciente”, aponta Patricya.

Pessoas que apresentam fatores de risco para o desenvolvimento de Diabetes tipo 2 devem fazer consultas médicas periódicas e exames com frequência. A médica pede atenção redobrada às pessoas que: tem diagnóstico de pré-diabetes, pressão alta, colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue, está acima do peso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura, tem um pai ou irmão com diabetes, alguma outra condição de saúde que pode estar associada ao diabetes, como a doença renal crônica, entre outros fatores.

Patricya adverte ainda sobre os fatores de risco, isso porque, segundo ela, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais rápido o médico poderá agir para ajudar o paciente. “É uma forma de proteger as pessoas que você gosta. Se você tem Diabetes tipo 2, seus filhos e irmãos também têm chance de desenvolver a doença. É importante que todos consultem o médico e façam exames”, conclui a médica.

Fonte: Jornal de Brasília

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