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Alimentos conseguem ter efeito antidepressivo? Entenda



A depressão afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. O distúrbio afetivo produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda. Ela está associada também a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, e pode provocar distúrbios do sono e do apetite.


Uma das causas da depressão é o desequilíbrio químico de neurotransmissores no cérebro. Dentre eles, destaca-se a serotonina, que está associada à produção da sensação de bem-estar no cérebro, agindo diretamente sobre o humor.

A alimentação é uma das formas de aumentar a produção natural da serotonina. Por isso, pode-se dizer que há alimentos antidepressivos. No entanto, vale lembrar que uma dieta rica não pode substituir o tratamento contra a depressão. O paciente diagnosticado com o transtorno deve seguir corretamente a terapia indicada pelo médico que o acompanha. Refeições com alimentos antidepressivos podem ser um dos pilares do tratamento.

O corpo precisa de algumas substâncias para produzir a serotonina, como por exemplo, o aminoácido triptofano, os minerais magnésio e cálcio, e as vitaminas B6 e ácido fólico. Veja abaixo alimentos que ajudam na produção de serotonina: Ovos Além de serem uma ótima fonte de proteínas, os ovos fornecem também tiamina e a niacina, vitaminas do complexo B, que trabalham para manter o humor estável. Frutas Banana (chamada de "fruta da felicidade"), melancia, abacate, mamão, tangerina e limão são frutas ricas em triptofano, aminoácido essencial para a produção da serotonina. Já a maçã e a laranja fornecem ácido fólico, que também faz parte dos ingredientes necessários para a síntese do neurotransmissor. Além disso, estas frutas são ricas em vitamina C, que melhora o funcionamento do sistema nervoso, dá energia e ajuda a combater o estresse e o cansaço. Já a banana é fonte de potássio e magnésio, além da vitamina B6. O indicado é comer de três a cinco porções de frutas por dia. Castanha-do-pará, nozes e amêndoas Elas são ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Estas oleaginosas melhoram os sintomas da depressão por reduzirem os níveis de estresse. As quantidades diárias recomendadas são duas a três unidades de castanha-do-pará ou cinco unidades de nozes ou 10 a 12 unidades de amêndoas. É possível também fazer um mix destes nuts para consumir ao longo do dia. Folhas verdes O consumo elevado de folato, uma importante vitamina do complexo B presente nas hortaliças folhosas verde-escuras, está associada a menor prevalência de sintomas depressivos. Espinafre e brócolis são dois exemplos de alimentos ricos nessa vitamina. O recomendado é a ingestão diária de três a cinco porções por dia.


Fonte: O Globo

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