Triagem: pacientes identificados de forma errada podem ser submetidos a procedimentos inadequados

A identificação do paciente começa em seu nascimento na maternidade do hospital e segue ao longo da vida em internações. Mas, quando a identificação não é realizada de forma correta pode trazer sérias consequências para as pessoas, como a realização de exames desnecessários, a aplicação de medicamentos inadequados e, em casos ainda mais graves, a realização de cirurgias equivocadas.

Pensando na segurança dos pacientes, os hospitais têm discutido o assunto durante o treinamento e capacitação de seus funcionários.

A enfermeira Cíntia Pimenta, que faz parte do Núcleo de Segurança do Paciente da Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro, orienta para que os pacientes e acompanhantes fiquem atentos se os dados da pulseira de identificação estão corretos e legíveis e que não seja retirada durante o período que estiver internado.

Para que erros de identificação não ocorram, é indispensável observar as informações do leito e da pulseira do paciente. Caso erros sejam encontrados, é preciso que a equipe de assistência do paciente ou a família solicite o acerto.

Fonte: Folha Vitória

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