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Mosquitos geneticamente modificados matam transmissor da dengue e zikavírus

29 de abr. de 2021
1 min de leitura


Em Islamorada, uma cidade turística em Florida Keys, Estados Unidos, uma guerra biológica está prestes a ser travada. As autoridades vão libertar 500 milhões de mosquitos, geneticamente modificados para exterminar a população local do mosquito Aedes aegypti, mas a população teme as consequências negativas.


O projeto, desenvolvido pela empresa britânica Oxitec com apoio do governo local, visa controlar a reprodução do mosquito que espalha dengue, zika, febre amarela e outras infecções potencialmente fatais. Para isso, eles usarão machos com um gene modificado, denominado OX5034, que restringiria a sobrevivência das fêmeas, que se alimentam de sangue.


Diante de indícios de que o experimento poderia levar ao surgimento de uma espécie híbrida, com consequências imprevisíveis, o porta-voz da Agência de Proteção Ambiental, Kenneth Labbe, garantiu que os trabalhos seriam imediatamente suspensos caso fosse encontrada uma fêmea adulta com o gene modificado. .

Entre 2013 e 2015, a Oxitec realizou teste semelhante no Brasil; após 18 meses o experimento foi totalmente contraproducente e o número de mosquitos na área voltou aos níveis pré-teste, além de levar à disseminação de um híbrido biologicamente vantajoso. A firma nega tudo e o caso ainda não foi esclarecido legalmente.


Fonte: IstoÉ

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