Trump 'respondeu bem' a tratamento contra Covid-19 e poderá retomar compromissos públicos no sábado



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá voltar a cumprir compromissos públicos a partir do sábado, informou nesta quinta-feira (8) o médico Sean Conley. De acordo com boletim, o republicano respondeu "extremamente bem" aos tratamentos contra a Covid-19.


Conley informou que é possível afirmar o retorno de Trump a atividades em público porque, no sábado, terão se passado 10 dias desde que o presidente recebeu diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Isso está de acordo com as diretrizes dos Centros de Controle de Doenças dos EUA.

Segundo o boletim médico, não há nenhum sinal de progressão da doença desde que ele retornou à Casa Branca, na segunda-feira. O documento não diz se o presidente tem sintomas. O presidente dos EUA recebeu tratamento com um coquetel antiviral ainda em fase de testes no país. Em vídeo, ele disse que "sente melhor do que 20 anos atrás" e pretende liberar esse medicamento — ainda sem eficácia completamente comprovada — a todos os americanos.

Trump recusa debate virtual A emissora americana ABC anunciou nesta quinta que fará um evento apenas com o candidato democrata à presidência, Joe Biden, em 15 de outubro, data em que ocorreria o segundo debate entre ele e o presidente Donald Trump.

O anúncio foi feito depois que a comissão organizadora informou que os dois candidatos participariam de um debate virtual, para evitar riscos, já que o presidente ainda se recupera da Covid-19. Trump, no entanto, recusou a oferta, que chamou de "ridícula". "Eu não vou perder meu tempo com um debate virtual, essa não é a ideia de um debate. Senta-se atrás de um computador e se debate, é ridículo. Isso não é aceitável para a gente", disse ele. Democrata e republicano têm ainda agendado o que seria um terceiro debate, para o dia 22. A equipe de Trump chegou a sugerir que fosse marcado um novo encontro no dia 29, a menos de uma semana das eleições de 3 de novembro, mas desta vez foi a campanha de Biden quem recusou.


Fonte: G1

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