“Temos que usar o oxigênio de forma sustentável”, diz ministro da Saúde


 
 

Em cerimônia de inauguração de novos leitos no Hospital Nilton Martins, em Manaus (AM), realizada nesta terça-feira (26/1), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o caso de Manaus fez com que o governo trabalhasse para equalizar o oxigênio em níveis estadual e federal.


“Estamos trabalhando em revisar todas as redes de gases dos hospitais para reduzir as perdas, são redes antigas e precisam ser trabalhadas para redução de perda. E estamos trabalhando, também, com concentradores de oxigênio individuais“, disse Pazuello.


De acordo com Pazuello, é necessário trabalhar com usinas geradoras individualizadas nos hospitais, concentradores de oxigênio, e deixar o oxigênio de grande porte, comprado normalmente da White Martins, como backup (reserva).


“Usar de forma sustentável o oxigênio. Essa é a solução, vamos caminhar para ela”, frisou.


Ampliação de leitos


O ministro afirmou que 81 leitos com concentradores de oxigênio foram levados para o Hospital Nilton Martins, e 30 deles estão em funcionamento. Ele explicou que a totalidade pode ser utilizada em pouco tempo, uma vez que o material já está no local.


A ideia é ajustar os serviços de facilities dos hospitais com os recursos humanos disponíveis. “A sustentabilidade já está garantida, que são concentradores de oxigênio”, disse Pazuello sobre o Nilton Lins.


Inquérito sobre a conduta do ministro


O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, nessa segunda-feira (25/1), a abertura de inquérito pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na crise de saúde no Amazonas. Com isso, ele passa a ser formalmente investigado na Corte.


O pedido de inquérito foi enviado ao Supremo no sábado (23/1) pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, com base em uma representação do partido Cidadania e em informações apresentadas pelo próprio ministro Pazuello – além de apuração preliminar da própria PGR.


Fonte: Metrópoles

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