Resistência à insulina: o que é, sintomas, causas e tratamento


 
 

A síndrome de resistência à insulina acontece quando a ação deste hormônio, responsável por transportar a glicose do sangue para o interior das células, está diminuída. A consequência é que a glicose se acumula na circulação sanguínea.


A resistência à insulina normalmente é provocada por uma combinação de influências hereditárias com outras doenças, como a obesidade e o colesterol alto, e hábitos de vida inadequados, como o sedentarismo. A condição é detectada por meio de exames de sangue como o de glicemia, o índice de HOMA ou o teste oral de tolerância à glicose.


A resistência à insulina é considerada uma forma de pré-diabetes. Se não for tratada e corrigida, com dieta alimentar, perda de peso e realização de atividades físicas, o problema pode-se transformar em diabetes tipo 2.


Possíveis causas da resistência à insulina

A síndrome de resistência à insulina, na maioria das vezes, surge em pacientes que já têm predisposição genética. Pessoas com familiares que tiveram ou têm diabetes devem ficar ainda mais atentos no acompanhamento dos níveis de açúcar no sangue.


No entanto, a condição também pode ser causada por problemas no metabolismo, alimentação com excesso de carboidratos, pressão alta ou colesterol alto. Além disso, alterações hormonais – como a síndrome do ovário policístico -, também estão relacionadas à síndrome.


Sintomas

Entre os sintomas mais comuns da resistência à insulina estão:

  • Fraqueza e fadiga;

  • Ganho ou perda de peso de forma rápida (em especial na região do abdômen);

  • Dificuldade de concentração;

  • Inchaço e flatulência;

  • Constipação ou diarreia;

  • Náuseas e vômitos;

  • Pressão alta;

  • Candidíase.

Os médicos alertam, entretanto, para a importância de exames periódicos, que detectam o problema antes que os sintomas estejam instalados.

Como é feito o tratamento

As pessoas que apresentam resistência à insulina devem cuidar da saúde para impedir que o quadro evolua para diabetes. Para tratar a condição, é necessário buscar a orientação de um clínico geral ou de um endocrinologista. As recomendações gerais são perder peso com a realização de dieta e de atividades físicas. Durante o período, os níveis de glicemia (açúcar no sangue) serão acompanhados a cada 3 ou 6 meses.


O médico pode, ainda, em casos de risco muito aumentado para a diabetes, prescrever medicamentos como a metformina. O medicamento ajuda a controlar a produção de glicose pelo fígado e a aumenta a sensibilidade à insulina, evitando que o açúcar fique em excesso no sangue. (Com informações do portal Tua Saúde)


Fonte: Metrópoles

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