Prefeitura de SP demite três servidores que se recusaram a tomar vacina contra Covid-19


 
 

A Prefeitura de São Paulo demitiu três servidores comissionados por descumprirem o decreto que tornou obrigatória a vacinação contra a Covid-19 de servidores e funcionários públicos municipais da administração direta e indireta.


A medida foi sancionada em agosto deste ano e segue a regra já existente em uma lei federal que tornou a vacinação obrigatória, além da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou o mesmo.

A única exceção é para quem apresentar justa causa médica.

Desde quinta-feira (28), passou a ser obrigatório apresentar o passaporte da vacina ou certificado oficial que comprove a imunização para acessar o Edifício Matarazzo, sede da prefeitura.

Segundo a gestão municipal, as exonerações foram determinadas pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e publicadas no Diário Oficial nesta sexta-feira (29) e sábado (30).

A prefeitura ainda afirma que realiza um levantamento das informações sobre a vacinação de servidores.

De acordo com a administração municipal, estão sendo verificados os comprovantes de vacinação de servidores residentes fora do município de São Paulo, além de servidores que não tomaram as doses dentro do prazo estipulado pelo calendário nacional de vacinação. O mesmo trabalho de cruzamento de dados está sendo realizado com os entes públicos da administração indireta (autarquias, fundações e empresas públicas).

A cidade de São Paulo registra mais de 100% de aplicações de primeiras doses em pessoas de 12 anos ou mais e concentrando esforços nas aplicações de segundas doses e doses adicionais, a comprovação da vacina é uma medida que tem como objetivo garantir a segurança dos funcionários e da população imunizada. Vacinação na capital A cidade de São Paulo ultrapassou a marca de 90% da população adulta com o esquema vacinal completo contra a Covid-19.

Segundo a secretaria municipal da Saúde, a cobertura vacinal para população acima de 18 anos está em 108% para primeira dose (D1) ou dose única (DU) e 93,6% para segunda dose (D2) ou dose única (DU).

A capital também atingiu nesta sexta-feira (29) a marca de 818.520 doses adicionais (DAs) aplicadas. O reforço é essencial para os idosos, grupo considerado de maior risco para a doença.


Fonte: G1

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