Mulher descobre câncer após investigar mancha escura em unha



A aparência das unhas pode revelar pistas importantes sobre a saúde de uma pessoa, como a carência de vitaminas, problemas no fígado e no coração. A norte-americana Maria Sylvia viralizou nas redes sociais, este mês, ao contar que conviveu por 10 anos com uma mancha escura na unha do polegar, mas apenas este ano descobriu se tratar de um melanoma subungueal, chamado popularmente de câncer de unha.


A história chamou atenção dos usuários do TikTok. Em duas semanas, o vídeo alcançou 14,7 milhões de visualizações.


Maria explicou que notou uma marca na unha pela primeira vez em 2012, quando ela tinha um aspecto pálido. Aproximadamente um ano depois, a mancha já estava maior e mais escura. A americana contou que visitou médicos por anos, mas o diagnóstico só veio em janeiro deste ano, após fazer uma biópsia.


“Meu amigo realmente me incentivou a fazer uma biópsia. Então, eu fiz. Foi no final de janeiro que descobri que era um caso de melanoma subungueal. Basicamente, isso se traduz em câncer debaixo da unha”, contou a americana.


A norte-americana foi submetida a uma cirurgia para retirar a unha afetada e parte do osso do polegar. Durante o procedimento, os médicos ainda colocaram um enxerto de um pedaço de pele do braço no dedo dela. Novos resultados de exames confirmaram não haver mais células cancerígenas no local.


Câncer de unha


O melanoma subungueal, ou melanoma de unha, é um tipo de câncer que atinge os tecidos da parte abaixo das unhas das mãos e dos pés, mais comum nos dedos polegares. Ele é difícil de ser diagnosticado por ter características semelhantes a um hematoma ou uma infecção.


Além da faixa de pigmentação mais escura, como a vista na unha da americana, os pacientes podem desenvolver fragilidade e sangramento no local afetado.


De acordo com o Instituto Oncoguia, a doença é responsável por menos de 5% de todos os casos de melanomas. Apesar de ser o tipo mais fatal de câncer de pele, a taxa de sobrevida em diagnósticos precoces é de 98%.


Fonte: Metrópoles

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