Impotente, homem coloca espuma expansiva no pênis e acaba no hospital


 
 

Um acidente sexual pode fazer com que um americano de 45 anos se torne permanentemente incapaz de usar o pênis até mesmo para urinar. O homem, que não teve o nome revelado pelos médicos, teve espuma expansiva injetada acidentalmente por seu parceiro dentro do órgão.


O caso foi relatado por urologistas do Northport VA Medical Center, de Nova York, e da Penn State Health Milton S. Hershey Medical Center, na Pensilvânia, na plataforma Science Direct, em novembro de 2020 e ganhou notoriedade nesta segunda-feira (17/1).


De acordo com os médicos que cuidaram do caso, o paciente sofria de impotência sexual e tinha o hábito de inserir objetos na abertura do pênis durante as relações sexuais como uma tentativa desesperada de manter o órgão ereto.


Na última aventura, seu parceiro tentou usar o canudo de uma lata de spray de espuma de isolamento domiciliar, mas ele acabou apertando o botão acidentalmente e o conteúdo preencheu todo o comprimento de sua uretra, chegando à bexiga.


Os médicos contaram que o homem demorou três semanas para procurar ajuda, depois de sentir muita dor e dificuldade para urinar. Uma tomografia computadorizada mostrou pedaços da espuma endurecida espalhados pelo pênis e na bexiga. Alguns mediam até 11cm de comprimento e 4,3cm de largura.


Parte da espuma foi removida pela bexiga, em um procedimento cirúrgico, mas os pedaços localizados no pênis foram mais trabalhosos. Em uma das tentativas, os médicos se esforçaram para puxar a espuma pela abertura do pênis, mas não tiveram sucesso porque o paciente sofria de estenose uretral, uma doença que faz com que a uretra – o tubo que conduz a urina da bexiga para fora do pênis – seja parcialmente ou totalmente obstruída, dificultando ainda mais a passagem da espuma.


Assim, os urologistas optaram por fazer uma uretrostomia perineal, um corte na área entre o escroto e o ânus para retirar a espuma e desviar o fluxo da urina. É esperado que ele passe por uma nova cirurgia para reparar a uretra, mas apenas após uma avaliação psiquiátrica.


Fonte: Metrópoles

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