Dinho Ouro Preto revela que ficou com edema nas cordas vocais por coronavírus



Dinho Ouro Preto falou sobre o espírito jovial que conserva e falou sobre como preserva a “eterna juventude” ao participar de uma live. “O rock’n’roll ajuda a dar vigor e deixei meus excessos para trás. Não bebo, nem fumo mais”, disse o cantor de 56 anos de idade.


Vocalista do Capital Inicial, ele contou que a prática de atividades físicas também auxilia. “Gosto de correr. Fui tentar correr depois da Covid e, nossa, foi difícil”, afirmou Dinho, diagnosticado com a Covid-19 em março. “Já tive dengue, gripe suína, peguei uma complicada infecção hospitalar quando fiquei internado ao cair do palco, mas dessa vez achei bem sério”, disse. “As sensações eram ruins. Calafrios, dores no corpo. Não é brincadeira, foi duro. Ainda bem que conseguir vencer sem ser hospitalizado, mas foi horrível, terrível.”


Por conta da doença provocada pela pandemia do coronavírus, o cantor está em processo de recuperação. “Faço sessões de fonoaudiologia. Fiquei com edema nas cordas vocais. Falaram para eu parar falar e só cantar, mas eu falo pra caraca (risos)”, disse, admitindo sua fama de tagarela.


Com os shows paralisados e respeitando as medidas de isolamento social, Dinho afirma que as apresentações comemorativas dos 20 anos do álbum Capital Inicial Acústico ainda não têm data. “A gente está se coçando para voltar à estrada. A turnê deve começar só em 2021. É importante respeitar as medidas, como usar máscara e evitar aglomeração. Acho que é cedo para a reabertura. É perigoso que a Covid saia do controle em nosso país”, afirmou. Sobre os shows virtuais, o cantor faz uma avaliação positiva: “As lives atenuam esse momento de perrengue”.


Fonte: Revista Quem

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