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Crises de riso sem querer: entenda condição que Jade Picon revelou ter



Em uma entrevista no programa Que História é Essa, Porchat?, a atriz e influenciadora digital Jade Picon revelou que sofre de crises de riso involuntárias em momentos de nervosismo. A intérprete de Chiara na novela Travessia, da Globo, revelou que quase se afogou e colocou fogo em casa enquanto ria.


Jade contou que estava na praia com a mãe quando as duas foram resgatadas por um salva-vidas. Embora a situação fosse apreensiva, ela não conseguia parar de rir. “Depois disso, sempre que estou em situação extrema, eu começo a rir. Já quase coloquei fogo na minha casa”, contou, ao apresentador Fábio Porchat.


“Eu tenho crise de riso quando eu fico nervosa. Mas, assim, eu começo a rir e não consigo parar de rir”, disse. O problema, segundo especialistas, pode ser considerado um transtorno, com necessidade de tratamento.

A labilidade emocional, também conhecida síndrome do afeto pseudobulbar ou transtorno da expressão emocional involuntária, é caracterizada pela mudança muito rápida de de humor ou quando o indivíduo apresenta emoções desproporcionais à situação vivida.


Assim como Jade, as pessoas podem apresentar riso ou choro incontrolável, e também podem ter raiva e extrema tristeza.


Possíveis causas


A labilidade emocional pode ser causada por alterações genéticas, experiências negativas na infância ou lesões cerebrais provocadas por traumatismo craniano.


Em alguns casos, o transtorno pode estar relacionado a problemas psicológicos que afetam o controle das emoções e reações, como o transtorno bipolar, síndrome de Borderline, ciclotimia, ou estar associado a sintomas de depressão, ansiedade ou distúrbios alimentares, como a compulsão alimentar e anorexia.


Sintomas


Os sintomas da labilidade emocional variam para cada pessoa e dependem da gravidade da condição. Eles podem incluir mudanças repentinas do humor; risada ou choro incontrolável em momentos inadequados; tristeza excessiva ou explosão de raiva sem motivo aparente; e apego ou desapego exagerado a outras pessoas.


Tratamento


Em alguns casos pode ser indicada a psicoterapia ou simples mudanças na rotina, como incluir a prática de atividades físicas e meditação no dia a dia. Alguns pacientes podem precisar ainda de intervenção com medicamentos antidepressivos, prescritos por um psiquiatra.


Fonte: Metrópoles

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