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Corpo dá sinais quando a imunidade está baixa. Saiba identificá-los



Infecções oportunistas podem aparecer a qualquer momento e, quando a imunidade está baixa, elas são praticamente constantes. Estar sempre resfriado ou com dor de garganta são, justamente, alguns dos sinais de que o corpo está com as defesas fracas. Mas, afinal, como perceber que está acontecendo antes de adoecer?


Quando a imunidade está baixa, é comum sentir cansaço excessivo e crônico. Queda de cabelo e unhas fracas também são sintomas comuns. Além disso, podem ocorrer febres, calafrios, náuseas, vômitos e diarreias, como sintomas de infecções não identificadas.


Ao notar estes sinais, é preciso procurar um médico e verificar a necessidade de realizar exames para avaliar a possibilidade de imunidade baixa. “Existem alguns exames que podem auxiliar o médico nessa investigação, especialmente os da qualidade das imunoglobulinas; as subclasses de IgG; e as dosagens de linfócitos T”, explica a biomédica e assessora científica do Grupo Sabin, Gabriele Mesquita.


O que diminui a imunidade?


O médico também pode solicitar exames específicos para detectar as origens das infecções frequentes pelas quais a pessoa está passando. Nesses casos, os focos de investigação costumam ser a vias respiratórias, urinárias e gástricas.


O infectologista Marcelo Cordeiro, consultor do Sabin, aponta que vários comprometimentos de saúde podem levar a uma imunidade baixa, desde doenças crônicas não descobertas até uma alimentação com pouca variedade nutricional.


“Um sistema imunológico comprometido torna o organismo mais suscetível a infecções. O tabagismo e a poluição do ar também aumentam esse risco. Outro caso é o de pessoas com alergias respiratórias, como rinite alérgica, que acabam passando por inflamaçoes crônicas”, pontua o especialista.

Como aumentar a imunidade


É possível, porém, buscar fortalecer a imunidade do corpo e ela passa por todas as recomendações de saúde clássicas. “É importante ter uma alimentação equilibrada para dar ao corpo os nutrientes que ele precisa para fortificar suas defesas. Praticar atividades físicas e ter atenção à qualidade do sono também são fundamentais”, orienta o infectologista.


Outra dica de Cordeiro é manter o calendário vacinal em dia, aplicando todas as doses de imunizantes que sejam orientadas de acordo para a faixa etária e as condições de saúde de cada um.


Fonte: Metrópoles

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