Coronavírus: últimas notícias de 10 de maio

A cidade de Seul, na Coreia do Sul, ordenou neste domingo (10) o fechamento de todos os clubes e bares após uma explosão de novos casos, devido ao temor de uma segunda onda de coronavírus, e o presidente Moon Jae-in pediu que o público permanecesse em alerta. Ele falou em um evento de comemoração do seu terceiro ano na presidência.

O país se apresentou como um modelo global de como conter o vírus, mas a ordem do prefeito de Seul no sábado segue novos casos de infecção em Itaewon, um dos bairros mais movimentados da cidade.

Mais de duas dúzias de casos estão relacionados a um homem de 29 anos que testou positivo para a Covid-19 depois de passar um tempo em cinco clubes e bares em Itaewon no último fim de semana.

As autoridades de saúde alertaram para um aumento adicional de infecções e estima-se que cerca de 7.200 pessoas tenham visitado os cinco estabelecimentos identificados.

“A negligência pode levar a uma explosão de infecções”, disse o prefeito de Seul, Park Won-soon, acrescentando que o pedido continuará em vigor indefinidamente.

Dos 18 novos casos sul-coreanos relatados no sábado, 17 foram vinculados a Itaewon, segundo o Centro Sul-Coreano de Controle e Prevenção de Doenças.

4 milhões de infectados

O número notificações de infecção pelo coronavírus chegou a mais de 4 milhões no sábado (9), de acordo com dados da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.

Morreram em decorrência da doença cerca de 280 mil pessoas no mundo.

A primeira notificação da doença é de dezembro de 2019, na China.

China volta a registrar caso

Na China, a cidade de Wuhan, onde a epidemia de coronavírus teve início, divulgou neste domingo (10) seu primeiro novo caso da doença desde 3 de abril, segundo autoridades de saúde locais, como informa a rede norte-americana CNN.

O paciente está em estado crítico e sua esposa também testou positivo e foi relatada como um caso assintomático. O paciente mora em um bairro que registrou 20 casos confirmados no total.

O número total de casos confirmados de coronavírus no país neste domingo (10) atingiu 82.901, enquanto o número total de mortes pelo vírus foi de 4.633.

Na Alemanha, o número de casos confirmados de coronavírus subiu 667, elevando o total para 169.218, mostraram dados do Instituto Robert Koch neste domingo (10). Foram 13 novas mortes, levando o número de vítimas no país para 7.395, segundo a contagem.

Os Estados Unidos registraram 1.568 novas mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total de mortes da covid-19 para 78.746, de acordo com a contagem mais recente relatada pela Universidade Johns Hopkins.

O número total de infecções atinge 1.309.164 casos. Os dados, no entanto, podem subestimar o número de casos nos Estados Unidos, como no mundo todo, por falta de evidências suficientes.

O governador de Nova York Andrew Cuomo disse, em pronunciamento na tarde deste sábado (9) que o Estado, epicentro da Covid-19 nos Estados Unidos, registrou 226 óbitos nas últimas 24 horas, leve aumento em relação ao dia anterior, de 216 mortes. O número de novas hospitalizações, por outro lado, caiu: foram 572 diante de 604 do dia anterior.

No mesmo pronunciamento, Cuomo informou a morte de três crianças infectadas com coronavírus. Nos três casos, elas sofreram de uma síndrome inflamatória rara, cujos sintomas são similares aos da doença de Kawasaki. Segundo o governador, isso pode prenunciar o risco de uma pandemia em crianças.

No Paraguai, levantamento do Ministério da Saúde informa que 86,7% dos diagnósticos de Covid-19 no país no início de maio vieram de pessoas que estiveram em solo brasileiro.

O Brasil entra na lista dos 6 países que ultrapassaram a barreira dos 10 mil mortos por Covid-19. Preocupado com São Paulo, epicentro do coronavírus em território brasileiro, o Papa Francisco para o arcebispo da cidade, o cardeal Dom Odilo Scherer.

“Ele manifestou grande preocupação pelo número crescente de doentes e pelas perdas de vidas humanas, prometendo rezar por todos”, contou Dom Odilo.

Austrália

O maior estado da Austrália permitirá que cafés e restaurantes, playgrounds e piscinas ao ar livre reabram na sexta-feira (15), pois testes extensivos mostraram que a propagação do coronavírus diminuiu acentuadamente, disse o primeiro-ministro do estado de Nova Gales do Sul neste domingo (10).

O estado foi o mais atingido pelo coronavírus na Austrália, com cerca de 45% dos casos e mortes confirmados no país. No entanto, registrou apenas dois novos casos no sábado, das quase 10 mil pessoas testadas, abrindo caminho para um abrandamento cauteloso das medidas de bloqueio.

Serão permitidos que cafés e restaurantes acomodem 10 clientes por vez, permitam reuniões ao ar livre de até 10 pessoas e visitas de até cinco pessoas a uma casa.Parques infantis e piscinas externas também poderão reabrir com limites estritos.

As medidas estão alinhadas com um plano de três etapas para relaxar as medidas de bloqueio descritas pelo governo australiano na sexta-feira, que prevê que quase 1 milhão de pessoas voltem ao trabalho em julho.

Na Rússia, a contagem de infecções pelo coronavírus ultrapassou 200 mil neste domingo (10), depois de um recorde de notificações –11 mil casos nas últimas 24 horas.

No país, foram quase 2 mil mortes atribuídas ao vírus.

De acordo com autoridades, os números de testes positivos aumentaram porque eles passaram a testar mais gente.

As igrejas do Líbano reabriram as portas para os fiéis pela primeira vez em dois meses neste domingo (10).

A maior parte das igrejas estava fechada ao público para evitar o contágio do coronavírus, mas as autoridades do país começaram a flexibilizar as restrições que haviam sido impostas em março.

As igrejas e mesquitas agora podem receber fiéis para cerimônias aos domingos e sextas-feiras, desde que a capacidade seja limitada e protocolos de segurança sejam respeitados.

Quem foi à igreja no domingo no país foi recebido com desinfetante e teve a temperatura medida.

O Líbano é o país do Oriente Médio com a maior porcentagem de cristãos –cerca de um terço da população.

As restrições ao transporte e locomoção na Malásia serão prorrogadas por mais quatro semanas, até o dia 9 de junho, apesar de uma queda brusca do número de infecções no país.

O primeiro ministro Muhyiddin Yassin afirmou que as restrições devem permanecer para evitar que o contágio, já que não há vacina.

Fonte: G1

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