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Carlinhos Maia diz ter síndrome do pânico. Entenda o que é a doença



O influencer Carlinhos Maia surpreendeu a todos, nesta quinta-feira (15/9), ao divulgar que vai ficar um tempo longe das redes sociais para tratar da síndrome do pânico. O humorista conta que sofre com o problema há anos, mas depois que seu apartamento de luxo foi assaltado, em maio deste ano, o quadro só piorou.


“Tem coisas que o dinheiro não muda. A gente adoece, a gente entristece e fica mal. Eu tenho síndrome do pânico há anos e, desde o assalto, isso se agravou. Eu não estou tendo mais paz, estou ansioso, não estou feliz. Chega a noite eu não consigo dormir”, informou o artista, por meio dos stories do Instagram.

Entenda o problema


A síndrome do pânico é provocada, principalmente, por situações extremas de estresse – como problemas financeiros ou brigas entre colegas e familiares. Pode ser motivada, ainda, por experiências traumáticas, como perda de pessoas queridas ou assaltos e sequestros, como aconteceu com o humorista.


Os principais sintomas são crises de ansiedade, geralmente seguidas de medo, mal-estar e até sintomas físicos como falta de ar, coração acelerado, pressão ou dor no peito, tonturas e tremor nas pernas.


Outros sinais são:


  • Palidez;

  • Suor frio;

  • Náusea;

  • Formigamentos;

  • Calafrios ou ondas de calor;

  • Desmaios.


Um dos sinais de que uma pessoa pode estar começando a desenvolver a síndrome do pânico é a sensação não ter controle das coisas. O indivíduo tem medo de acontecer algo grave onde está – aviões, elevadores, ou em público, por exemplo – ou com algum parente ou amigo próximo. Geralmente, as crises acontecem de forma repentina e duram entre 15 e 30 minutos.


Como tratar


É comum que pacientes busquem serviços médicos para tratar de sintomas como falta de ar e coração acelerado. Mas, em casos leves, os ataques de pânico podem ser cuidados com práticas meditativas, ioga, respirações lentas e profundas. Sessões de psicoterapia, que ajudam o paciente no resgate da autoconfiança e da calma, necessárias para controlar a crise, também são indicadas.


Em casos mais graves, é recomendado o uso de antidepressivos e ansiolíticos, e acompanhamento médico com psiquiatra. A duração do tratamento vai depender de acordo com a intensidade da doença. Em todas as situações, é importante observar os sintomas e procurar um profissional de saúde para cuidar do problema o quanto antes. Caso contrário, a síndrome do pânico pode avançar para depressão e até suicídio.


Fonte: Metrópoles

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