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Bebês de mais 28 dias e crianças pequenas poderão tomar medicamento contra Covid-19 nos EUA



Os EUA aprovaram nesta segunda-feira (25) o primeiro medicamento para tratar Covid-19 indicado para bebês e crianças com menos de 12 anos de idade.


A medida ocorreu após o FDA, a agência reguladora do país, expandir a aprovação do Veklury, nome comercial do remdesivir, para incluir pacientes pediátricos com 28 dias de idade ou mais.

O medicamento, uma solução de uso injetável, não vendido comercialmente, está autorizado para uso no Brasil desde março de 2021, mas somente para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos e com peso corporal de, pelo menos, 40 kg. Nos EUA, o remdesivir poderá ser aplicado em crianças e bebês que pesem pelo menos 3 kg e que tenham testado positivo para Covid-19. Além disso, os pacientes devem ter sido hospitalizados ou, caso contrário, apresentarem um alto risco de progressão para forma grave da doença. “Como a Covid-19 pode causar doenças graves em crianças, algumas das quais não têm atualmente uma opção de vacinação, opções de tratamento contra a Covid-19 seguras e eficazes para essa população continuam a ser necessárias”, disse Patrizia Cavazzoni, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos do FDA. Apesar da aprovação, a agência americana reforçou que a droga não substitui a vacinação e que a liberação do medicamento para pacientes pediátricos só foi possível após bons resultados de eficácia de ensaios clínicos de fase 3 em adultos e de fase 2 e 3 em bebês e crianças.

Segundo o FDA, os resultados de segurança foram semelhantes em pacientes pediátricos e em adultos.

Em fevereiro, a Gilead Sciences, fabricante do medicamento, também disse que o medicamento mostrou atividade antiviral contra ômicron, outras variantes e subvariantes do SARS-CoV-2.

"Agora, com essa nova versão da ômicron (subvariante BA.2) que está aumentando sua circulação em todo o mundo, nossos dados mais recentes também sugerem que o remdesivir manterá a sua atividade antiviral contra essa nova subvariante", disse à época Tomas Cihlar, vice-presidente sênior de pesquisa em virologia da empresa.


Fonte: G1

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