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Bebê da Nova Zelândia é operado após tribunal dar tutela a médicos



O bebê de 6 meses da Nova Zelândia, filho de um casal antivacina, conseguiu passar por uma cirurgia de urgência para corrigir um defeito cardíaco congênito após a Justiça conceder aos médicos sua custódia parcial.


A advogada do casal, Sue Gray, confirmou à emissora RNZ, nesta sexta-feira (9/12), que ele passa bem após o procedimento realizado no Starship Children’s Health, hospital da cidade de Auckland.


Os pais do “Bebê W”, como foi identificado, recusavam-se a consentir que o filho recebesse transfusão de sangue de um doador vacinado com imunizantes de RNA contra a Covid-19, como o da Pfizer e da Moderna. O menino tinha o diagnóstico de estenose pulmonar valvar, doença cardíaca que pode levar à morte quando não é corrigida.


Briga judicial


O caso foi levado à Justiça há dois meses. Os pais pediam uma garantia de que bebê receberia apenas o sangue de doadores não vacinados contra o coronavírus, o que foi negado pela Justiça.

O Tribunal Superior da cidade neozelandesa de Auckland determinou, na quarta-feira (7/12), que o cardiologista e o cirurgião pediátrico assumissem a tutela parcial do bebê até que ele se recupere totalmente do procedimento.


A previsão é que isso ocorra em janeiro de 2023. Até lá, os pais serão tutores para todos os outros assuntos e, segundo o Poder Judiciário de Auckland, eles devem ser informados sobre o progresso da condição e do tratamento. De acordo com um comunicado do tribunal, a questão primordial é cuidar do melhor interesse do bebê, ou seja, a vida dele.


Os pais informaram, nessa quinta-feira (8/12), que não recorreriam da decisão e priorizariam um “momento tranquilo com o bebê até a operação e apoiá-lo durante a recuperação”. No mesmo dia, no entanto, a equipe do hospital informou que o casal tentava impedir que os médicos realizassem os exames pré-operatórios, incluindo exames de sangue, radiografia de tórax e uma avaliação anestésica.


Fonte: Metrópoles

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