Ano Novo na Times Square, em Nova York, terá redução de público após aumento de casos de Covid


 
 

A celebração de Ano Novo na Times Square, em Nova York, será mantida, mas não com tantas pessoas como de costume por causa da Covid, anunciou nesta quinta-feira (23) o prefeito Bill de Blasio.


As áreas de observação que normalmente acomodam cerca de 58 mil pessoas serão limitadas a cerca de 15 mil para permitir um maior distanciamento, e todos os presentes devem apresentar comprovantes de vacinação e usar máscaras.

As mudanças foram feitas enquanto a cidade luta contra um aumento nos casos de coronavírus, alimentados pela rápida disseminação da variante ômicron. Na terça-feira, a cidade bateu o recorde de um dia com 17.200 novos casos. O aumento levou ao cancelamento de shows, eventos esportivos e shows da Broadway, mas de Blasio mostrou uma forte preferência para que o lançamento anual da bola na Times Square ocorresse conforme planejado.

Há pouco mais de um mês, o prefeito anunciou alegremente que uma multidão totalmente vacinada de centenas de milhares de pessoas voltaria para a comemoração icônica, depois que ela foi limitada no ano passado a pequenos grupos de trabalhadores essenciais. Mas isso foi antes de a ômicron explodir. De Blasio disse na quinta-feira que a cidade está monitorando a situação e anunciará cuidados adicionais se necessário. Entre as outras mudanças anunciadas, o público não terá permissão para acessar o local antes das 15 horas, muito mais tarde do que nos anos anteriores.

Na véspera de Ano Novo do ano passado, a Times Square estava quase vazia, com Jennifer Lopez e outros artistas se apresentando atrás das barricadas da polícia para pequenos grupos compostos de trabalhadores essenciais.

Depois que as vacinas se tornaram amplamente disponíveis nos EUA, a cidade permitiu que as multidões voltassem às celebrações com fogos de artifício do Quatro de Julho e ao Desfile de Ação de Graças da Macy's, entre outros eventos.


Fonte: G1

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