Ação da Saúde do DF contra febre amarela imuniza 22 pessoas no primeiro dia



No primeiro dia de ação contra a febre amarela em São Sebastião, a Secretaria de Saúde avaliou 82 cartões de vacinação e imunizou 22 pessoas. A iniciativa acontece após detecção, na última quinta-feira (5/11), da morte de um macaco infectado com a doença.


O trabalho será mantido durante toda a semana para conferir as residências que estão em um raio de 300 metros quadrados do local onde foi encontrado o animal. Profissionais de saúde conferem o cartão de vacinação dos residentes e verificam se estão imunizados contra a doença.

Serão vacinados todos aqueles que não tiverem recebido as doses necessárias ou que não se lembrarem se já foram imunizados, em todas as quadras, ruas e chácaras dos bairros São José, São Francisco, Morro da Cruz e Vila Nova, além do Núcleo Rural Zumbi dos Palmares e da Avenida Central.

Nos casos em que moradores de São Sebastião não estejam presentes durante as visitas, eles podem buscar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de suas residências para conferir se precisam da vacina.


Busca ativa

Comunicados estão sendo deixados nas casas visitadas pelas equipes de saúde. A população também pode enviar mensagem de WhatsApp para o telefone (61) 99451-0143, informando nome e endereço e registrando foto do cartão de vacinação.


Este foi o primeiro caso de óbito de macaco confirmado com a doença no Distrito Federal em quatro anos. A última ocorrência do tipo havia sido registrada em 2016. Uma equipe da Vigilância em Saúde vai fazer uma busca ativa por mais corpos de macacos em toda a região.

A morte de macacos é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas. Portanto, eles são indicadores importantes para a vigilância contra a febre amarela.


Desde quinta-feira, como medida ambiental, a equipe da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) tem atuado próximo ao bairro São José e realizado controle químico, com borrifação, para eliminar os mosquitos Aedes Aegypti, transmissor da doença, além da captura de alguns insetos para análise laboratorial.


Fonte: Metrópoles

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