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Árvore de Natal pode carregar mais de 50 tipos de fungos; como evitar infecções respiratórias



A síndrome da árvore de Natal é o apelido de uma condição desencadeada pela exposição aos alérgenos encontrados nos enfeites natalinos — que depois das festas passam o restante do ano todo guardados.


Os sintomas são semelhantes a outras reações alérgicas, mas também podem ser confundidos com uma doença semelhante a um resfriado, gripe ou até mesmo Covid-19. Isso inclui nariz entupido ou escorrendo, olhos lacrimejantes e com coceira, espirros, coceira na garganta, respiração ofegante e tosse. Também podem ser sentidos sintomas na pele, incluindo vermelhidão, inchaço e coceira.


As árvores de Natal estão repletas de alérgenos em potencial, incluindo pólen, ácaros e – o mais significativo – mofo. Uma única árvore de Natal pode hospedar mais de 50 espécies de fungos, todos os quais produzem esporos transportados pelo ar que podem irritar o sistema imunológico.


No entanto, existem alguns cuidados fáceis que você pode tomar para garantir que suas decorações de Natal não façam mal a sua saúde.


  • Limpe a árvore antes de montá-la: Lave sua árvore de natal com água ou um pano úmido. Isso vai ajudar a retirar mofo e poeira. Deixe secar e passe um aspirador de pó nela para tirar a poeira residual.

  • Proteja-se ao decorar: Alguns itens que decoram a árvore de Natal não podem ser lavados nem higienizados com um pano úmido. Portanto, vale usar luvas e uma máscara no rosto para evitar possíveis reações alérgicas na mão e a inalação de poeira. Tome um banho e troque de roupa logo após terminar a montagem.

  • Use um purificador de ar: Se você tem asma ou muita alergia, deixar um purificador de ar próximo à árvore pode ajudar a evitar crises

  • Desmonte logo: Reduza o tempo de exposição à árvore de Natal. Assim que o ano virar, trate-se de desmontá-la logo.

  • Cuidado ao guardar: Deixar a árvore de Natal em caixas ou sacos abertos facilitam o acúmulo de poeira e ácaro. Se possível, guarde os itens decorativos em um recipiente a vácuo.


Fonte: O Globo

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